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Começam os debates técnicos sobre novas diretrizes para o projeto do Novo Recife

Integrando o grupo de entidades coordenadas pela Prefeitura do Recife que discutem possíveis ajustes para o projeto do Novo Recife, o Conselho de Arquitetura e Urbanismo de Pernambuco (CAU/PE) participou do primeiro encontro técnico sobre o projeto na sexta-feira (4), na sede da PCR. Na oportunidade, teve início a preparação um documento que servirá de base à discussão da audiência pública convocada para o dia 17 de julho. Um novo encontro está previsto para esta semana.

Para o presidente do CAU/PE, Roberto Montezuma, é hora de sair do abstrato para o físico, estabelecendo os parâmetros urbanísticos, mas também estudando a forma como eles serão refletidos no espaço. “É preciso ter noção da dimensão que o espaço possui e, a partir das diretrizes gerais, prever o que ocorrerá no território. Essas diretrizes precisam estar materializadas para que todos, leigos ou não, as entendam”, defende ele.

Além do Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU), estiveram reunidos o Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB-PE), a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-PE), a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), a Universidade Católica de Pernambuco (Unicap), o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (Crea-PE), o Movimento Ocupe Estelita e o Observatório do Recife, além do secretário municipal de Desenvolvimento e Planejamento Urbano, Antônio Alexandre.

RELEMBRE O CASO – O projeto Novo Recife foi elaborado por um consórcio formado pelas empresas Ara Empreendimentos, GL Empreendimentos, Moura Dubeux Engenharia e Queiroz Galvão. A área foi adquirida em 2008, em leilão realizado pela antiga RFFSA. No dia 21 de maio, com o início da demolição de armazéns no local, manifestantes contrários ao projeto se organizaram no movimento Ocupe Estelita. Depois de ter sido retirado da área privada após uma ação de reintegração de posse, o grupo segue acampado sob o Viaduto Capitão Temudo, na Cabanga. O CAU/PE já divulgou posicionamento defendendo a necessidade de um plano urbanístico para a área. Junto com outras entidades, o Conselho também se manifestou contra o uso de violência na reintegração de posse.

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