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Uma construção de amor em três fases

Conciliar a maternidade e a profissão não foi um dilema para a arquiteta e urbanista Risale Neves, que assume ter vivido, há quase quatro décadas, como uma “mãe-arquiteta”. Os filhos Alexandre e Leonardo foram prioridade, mas não a impediram de investir em sua carreira acadêmica e de se realizar por contribuir com a formação de novos profissionais.

Ela conta que enxerga três fases na sua vida de mãe, todas interligadas à sua trajetória profissional: a da renúncia, ainda na primeira infância dos filhos. Essa fase exigiu que ela abdicasse de desejos, como seguir projetando obras, após assinar mais de 25 edifícios no Recife.

A segunda etapa da trajetória materna foi a da resiliência, precisando de doses extras de paciência para enfrentar obstáculos. Por outro lado, conseguindo fortalecer seus laços com a vida acadêmica na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), onde ingressou apenas três anos após sua graduação.

“Mas agora estou vivendo a etapa da cumplicidade, com filhos adultos, que me ajudam e vibram com minhas conquistas”, diz Risale, lembrando o apoio recebido quando resolveu contribuir com o CAU/PE, atuando como conselheira federal, e também quando fez o doutorado, em uma área pouco conhecida: a das rochas usadas na arquitetura.

Essa descoberta, por sinal, virou paixão. “Criei uma disciplina na UFPE direcionada a esse tema e tenho sido convidada para palestras em todo o país sobre o assunto, algo que me dá muita satisfação”, explica, convicta que a opção de ser uma “mãe-arquiteta” deixou uma professora “um pouco mais” compreensiva e paciente com os alunos; e a sensação de missão cumprida com os filhos. Mas, garante, acima de tudo uma Risale ainda mais feliz.

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